Abandono museológico em Alagoas – A resistência estudantil

ARTIGO | Grupo de Pesquisa Histórica e Interdisciplinar Luiz Sávio de Almeida (G.PHILSA)

Portas fechadas, vozes abertas: a resistência estudantil diante do abandono museológico em Alagoas.  É com pesar, indignação e um grito preso na garganta que anunciamos: o Museu de História Natural da Ufal fechou suas portas ao público! No dia 17 de maio de 2025, um ato simbólico, carregado de dor e resistência, tomou conta do bairro do Prado, em Maceió. O “Abraço Simbólico” ao Museu de História Natural reuniu intelectuais, funcionários, professores, e representantes da sociedade civil em uma manifestação que misturava luto e protesto. Há anos, a instituição vinha sendo sufocada pela falta de investimentos e pelo visível sucateamento de suas estruturas. Agora, restam apenas os ecos de suas salas silenciosas, acessíveis somente a professores e estudantes da própria Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Em contrapartida, a população foi afastada de um acervo raro, insubstituível — um verdadeiro tesouro científico e cultural. O que deveria ser um símbolo de orgulho para Alagoas, transformou-se em mais um capítulo da negligência com a memória, a ciência e a educação pública. O museu, que já pulsou vida e conhecimento, agora grita em silêncio por socorro… Leia mais, clique aqui!

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